CORVINAS: AS PRIMEIRAS DE MINHA VIDA

Sempre ouvi dizer que pescar corvinas de água-doce é apaixonante, nem tanto pela sua agilidade ou até mesmo força, mas realmente quem gosta de pescar, não se intimida com qualquer que for a modalidade, o que realmente interessa é peixe na linha.

img_20161201_104618096Então sempre com meus parceiros de pesca, lá fomos nós em busca dessas amiguinhas que adoram uma profundidade. Sempre pegando dicas com o piloteiro, pudemos observar alguns pontos isolados com mato, onde só seria possível apoitar dando um avante na embarcação, retirando as vegetações que ficariam nas laterais e fazer nossa pescaria.

Encomendamos apenas 50 lambaris, justamente para que não passássemos o dia apenas atrás de corvinas, e assim foi. Depois de arriscas em dois pontos e perder algumas iscas para as piranhas, fomos realmente no ponto onde nos foi informado para ter sucesso. Minha expectativa era grande, afinal, nunca tinha pego sequer alguma corvina.

Logo de primeira, meu primo Daniel Migliorelli conseguiu fisgar sua corvina, aí pude observar o quão bonito e sensível se tratava aquele peixe. O devolvemos logo em seguida. Na sequência foi meu outro primo, Antônio Migliorelli a fisgar uma bela corvina, todas no lambari, isso me deixou ainda mais com água na boca de fisgar minha primeira, e finalmente foi minha vez.

EQUIPAMENTO

Com uma vara de 5’6 e de 14 libras, linha multifilamento de 20 libras, amarrei uma chumbada na ponta e deixei o anzol dois palmos acima. Como tem muita vegetação, amarrar mais que um anzol me causaria transtornos. Tirei algumas vegetações da lateral do barco e lá foi meu lambari a uns nove metros de profundidade.

PRIMEIRA CORVINA

Fui instruído por meus primos de que se ela desse apenas um toque, eu deveria fisgar e recolher, e foi o que aconteceu. Senti umas investidas bem leves no lambari e dei minha fisgada, elaimg_20161201_103642952_hdr
acabou brigando um pouco, mas logo subiu. Branca, com tons de prateada, uma pinta preta nas nadadeiras laterais, sem muito esforço veio ela exuberante e cansada, tirei a foto e logo a devolvi, foi assim com todas as corvinas, capturadas e devolvidas.

OPINIÃO

Acabei fisgando umas seis corvinas, mas a maior é justamente a da foto. A opinião que fiquei é que a pesca de corvina é mais família. Como a gente tem que estar correndo atrás de encontrar o ponto que elas estão, este acaba sendo o desafio maior.

A partir do momento em que estamos no ponto de corvina, aí é lambari ou camarão de água doce para o fundo e boa sorte, normalmente elas se fisgam sozinhas. Não tem tantos segredos, a dica é perguntar para as pessoas do local de pesca e achar o ponto.

LOCAL

O local em que as fotos foram tiradas e que fisguei minha primeira corvina foi na represa da praia azul na cidade de Americana (SP).

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